A estação ferroviária de King’s Cross (no final do século XIX), que para Margaret Schlegel "sempre sugerira o infinito".
"Aqueles dois grandes arcos, sem cor, indiferentes, sustentando no meio um relógio
desgracioso, eram portais feitos para alguma aventura eterna, cujo desenlace podia ser
próspero, mas certamente não seria expresso na linguagem banal da prosperidade."
(Howards End, Capítulo II)
Imagem: Internet Archive.




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